Novo site da ABCPública entra no ar

A Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública) inaugura esta semana sua nova página na internet, com mais funcionalidades, layout reorganizado e outra hospedagem, para ganhar velocidade de carregamento. O processo de migração foi iniciado neste domingo (20/6), com a página entrando no ar em fase de testes e ajustes.

Uma das novidades é o Mapa da Regulamentação, ferramenta que reúne documentos norteadores da comunicação em instituições públicas, como políticas e manuais de redação, de redes sociais e de relacionamento com a imprensa.

O novo ambiente também traz uma área exclusiva para associados, integração com o podcast Comunicação Pública: Guia de Sobrevivência, informações sobre cursos e seminários e espaço para divulgação de parceiros da ABCPública.

Além disso, a Biblioteca Digital, que reúne mais de 700 títulos, ganha nova organização, possibilitando uma experiência ainda melhor para pesquisadores e profissionais da área que buscam artigos, teses e dissertações com temas ligados à comunicação pública.

O novo design e a estrutura, majoritariamente em conformidade com as recomendações de acessibilidade, foram desenvolvidos pela cooperativa de soluções digitais Brothertec, selecionada a partir de uma chamada para uma dezena de fornecedores. 

Comentários, sugestões e críticas sobre o site e os outros canais da ABCPública são bem-vindos e podem ser enviados para contato@abcpublica.org.br.

“Desafios da comunicação pública” é tema na Semana Acadêmica da UFSM

A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realiza, de 18 a 24 de junho, o evento on-line gratuito Com – Nexo: Semana Acadêmica da Comunicação. Voltado para estudantes e docentes de graduação e pós-graduação, há também vagas abertas para o público externo.

Serão cinco palestras, duas oficinas e um cinedebate, distribuídos ao longo dos seis dias de programação. 

A Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública) será representada por seu diretor acadêmico, Jorge Duarte, que ministrará, no dia 23 de junho, a palestra Desafios da Comunicação Pública, ao lado de Tiago Costa Martins, professor do Programa de Pós-graduação em Políticas Públicas, que falará sobre o tema “O uso de Big Data na comunicação pública”. 

O tema central da Semana Acadêmica será o “nexialismo”, temática que trata do perfil necessário para profissionais da área de comunicação, que inclui a capacidade de resolver problemas combinando expertises de diferentes áreas.

A programação abarca também temas como jornalismo esportivo na perspectiva de gênero, consumo e publicidade, currículo e portfólio, podcast, design e diversidade.

As inscrições poderão ser feitas até o dia 18/06 ou enquanto houver vagas por meio da plataforma Sympla: http://bit.ly/com-nexo.

Novo episódio do Podcast trata de sustentabilidade e comunicação

Conceito de sustentabilidade, Agenda 2030 e os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável estabelecidos pela ONU e a relação dos comunicadores públicos nesse debate são assuntos abordados no mais recente episódio do podcast Comunicação Pública: Guia de Sobrevivência.

A entrevistada da vez é a publicitária Nádia Rebouças, diretora da consultoria Comunicação para Transformação. No episódio, ela fala sobre atitudes que a área de comunicação pode adotar para colocar as instituições no caminho da sustentabilidade.

Sobre o Podcast

O podcast Comunicação Pública: Guia de Sobrevivência foi lançado em 2020 e é produzido pela diretora de comunicação da ABCPública, Aline Castro.

Ele está disponível nos aplicativos Apple, Spotify, Google Podcasts, entre outros players.

ABCPública apoia Manifesto por um Serviço Público de Internet

Você já ouviu a expressão “internet é terra sem lei” ou “a internet é terra de ninguém”? Com tantos ataques, desinformação, discursos de ódio, perseguições aos veículos de imprensa e os mais diversos crimes cibernéticos, noticiados diariamente, essas expressões parecem verdadeiras, mas não deveriam. Atos como esses ferem a democracia e de maneira alguma devem ser vistos como liberdade de expressão. As grandes plataformas comerciais, dominantes no mercado digital, não demonstram suficiente preocupação com o assunto, pois são impulsionadas pelo princípio do lucro.

O conteúdo da mídia pública é diferente da mídia comercial: fala diretamente aos cidadãos. Uma rede que realmente promova a democracia, oportunidades, igualdade social e diversidade e que preserve seus direitos, precisa também ser pública. É o que defende o Manifesto pela mídia e internet como serviço público, organizado a partir do Instituto de Pesquisa de Comunicação e Mídia da Universidade de Westminster, que será lançado no dia 17 de junho. 

A ABCPública apoia o manifesto e vai fazer a tradução do documento para o português. 

Assine e faça parte do movimento: http://bit.ly/signPSManifesto

As inscrições para participar do evento podem ser feitas aqui.

Com o apoio da ABCPública, seminário gratuito sobre comunicação interna tem inscrições abertas


A comunicação interna, que sempre foi um desafio para os profissionais da área, teve sua importância triplicada durante a situação pandêmica no país. Uma reinvenção que já era necessária diante das transformações provocadas pelo universo digital, torna-se crucial. Como os gestores e líderes de grandes instituições estão encarando essa crise? Como fica a comunicação com os colaboradores na chamada “Era do HomeOffice”?

Com o tema “Tendências e Transformações nas Relações de Trabalho” o Seminário Mega Brasil de Comunicação Interna 2021 irá promover debate sobre as ações e experiências das grandes marcas desde o início da pandemia, além das previsões de mudanças das relações do mundo corporativo no cenário pós-pandemia.

O evento online e sem custo acontece entre os dias 26 a 28 de maio.

As inscrições podem ser realizadas pelo link: http://www.megabrasil.com.br/seminario2021/.

UFPE oferece disciplina de Comunicação Pública em parceria com Regional Pernambuco

Nova data de início das aulas: 4 de junho

A seção regional da ABCPública em Pernambuco firmou parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) para a oferta, no próximo semestre, da disciplina Comunicação Pública, no curso de graduação em Jornalismo, aberta para alunos dos demais cursos da UFPE.

“Nos encontros com os estudantes, iremos contribuir nas discussões online bem como desenvolver um projeto de extensão”, explica a coordenadora da regional, Ana Paula Lucena.

Os debates vão abranger as configurações dos sistemas de comunicação no Brasil e no mundo, além de estudos sobre os marcos regulatórios da radiodifusão e das políticas públicas do setor.

A disciplina de Comunicação Pública vai ser oferecida todas as sextas, das 16 às 17h30, em modo remoto. As aulas começam dia 4 de junho, com um seminário sobre o cenário das mídias públicas no país, e serão ministradas pelas docentes Ana Veloso (UFPE), Ana Paula Lucena (UFRPE) e Patrícia Paixão (UFPE). Além da ABCPública, a ação tem parceria com o Observatório de Mídia da UFPE.

Covid-19 muda estratégia das assessorias de comunicação

Profissionais com décadas de experiência à frente da comunicação de instituições ligadas à saúde pública brasileira participaram neste sábado (15) do painel “o que aprendemos com comunicação enfrentando a Covid-19”. O evento on-line integrou a primeira aula do Programa Avançado em Comunicação Pública, uma parceria da ABCPública (Associação Brasileira de Comunicação Pública) com a Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial).

Apesar de terem presenciado inúmeras crises internas aos longos dos anos, disseram que além da duração e impacto, a pandemia exigiu bastante das equipes e dirigentes e impulsionou mudanças permanentes na atuação da comunicação. Uma das transformações foi aumentar a importância e responsabilidade da comunicação nas estruturas dos órgãos públicos.  

O debate contou com a participação de Isabel Raupp, chefe da Assessoria de Comunicação da Anvisa; Elisa Andries, coordenadora da Comunicação Social da Fiocruz; Emily Gonçalves, coordenadora de Comunicação da Secretaria de Estado da Saúde de SP; Ricardo Azeredo, coordenador da Assessoria de Imprensa da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre. O mediador foi Jorge Duarte, diretor de Relações Acadêmicas da ABCPública (Associação Brasileira de Comunicação Pública) e curador do curso.

“Neste momento, temos que convencer a gestão que temos muito mais contribuição a dar do que simplesmente um conteúdo de jornalismo. Como comunicadores, devemos trazer o olhar e a percepção das ações do ponto de vista da opinião pública e dos veículos de comunicação. É necessário estar presente aos gestores, levar elementos que devem ser considerados e batalhar por eles, o que pode impactar de maneira significante na estratégia planejada. Não podemos ser assessoria simples. Temos que ter consciência que podemos contribuir ainda mais.” É a opinião de Ricardo Azeredo, coordenador da Assessoria de Imprensa da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre.

Para Elisa Andries, coordenadora da Comunicação Social da Fiocruz, a proximidade do setor de comunicação com a gestão da empresa se tornou não uma opção, mas uma necessidade. “A gente tem que acompanhar a gestão estratégica, política e de comunicação da instituição. A Fiocruz já enxerga a comunicação como estratégica. Só conseguimos enxergar o que fazer numa crise, conhecendo as estratégias políticas e de gestão, senão não funciona”, conta. Já o aprendizado adquirido pela Isabel Raupp, chefe da Assessoria de Comunicação da Anvisa, durante a crise na saúde pública, corrobora com o fato de que o papel da comunicação pública na tomada de decisões mudou e não há mais volta. “Aprendemos que a comunicação institucional é importantíssima, mas, sobretudo, a figura da coordenação de comunicação tem que ter uma cadeira na mesa de decisão.  

A pandemia do coronavírus se tornou a maior e mais desafiadora crise para a comunicação pública do Brasil. Em pouco mais de um ano, a emergência sanitária estreitou a relação entre gestão e assessoria enquanto apresentava desafios e ensinava lições sem precedentes. Imagine então o tamanho da dificuldade encontrada pela responsável por coordenar a comunicação sobre saúde do mais populoso estado brasileiro e que sozinho contabiliza mais de 100 mil mortes causadas pela Covid-19.  Emily Gonçalves, coordenadora de Comunicação da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, afirma que apesar do grande “case” que é a pandemia, existem inúmeros outros obstáculos dentro dela. “Um dos maiores desafios para nós foi a questão do didatismo. Trabalhamos muito para descomplicar a ciência, com comunicação de conteúdo explicativo, utilizando metáforas. Encontramos uma maior oportunidade também para ensinar os cidadãos sobre saúde. Executamos situação técnicas, de uma forma didática com painéis interativos, dados abertos e infográficos. A equipe de comunicação virou produtora de conteúdo”, explica.

Além do desafio de lidar com uma situação inédita e muito mais complexa, o relacionamento entre os veículos de mídia e a comunicação pública também foi impactado na pandemia. Segundo Ricardo Azeredo, a estratégia adotada na Secretaria de Saúde de Porto Alegre foi a parceira e transparência total com os veículos de comunicação. “Focamos no contato direto com os jornalistas, mesmo diante do problema de lidar com um assunto tão complexo, com grande parte da imprensa com pressupostos poucos consistentes, baseados em senso comum e suposições em um ambiente turvado pela polarização política. Mantemos um canal intenso, permanente com a imprensa para fazer com que ela trabalhe ao nosso lado, e isso têm dado resultado”, afirma.

A polarização política e um melhor relacionamento com a mídia também foram obstáculos a enfrentar dentro da comunicação da Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo. “Pensamos nos veículos de comunicação como aliados, visando o bem comum, com mapeamento dos públicos de interesse e buscando evitar a polarização política. Nosso trabalho não é para o governo, mas para o SUS, para o serviço público, para a população”, conta Emily Gonçalves.

Entre os diversos ensinamentos deixados para a comunicação pública por uma crise de emergência sanitária, que nem sequer chegou perto do fim no Brasil, é possível destacar a relevância de um trabalho de interesse público, que não parou em momento algum, pelo contrário, se reinventou para atender as demandas da população. “Pensando em comunicação de crise, no meio da pandemia, a Anvisa teve que começar a conversar com o público que era distante: a população. A palavra usada foi transparência. Abrimos as informações da Anvisa para todos, trabalhamos o uso e adaptação de linguagem simples e aprendemos uma lição: temos que pensar que nós somos veículos de comunicação, somos produção de conteúdo. Nós somos os próprios veículos de comunicação. Nós somos mídia”, disse a chefe da Assessoria de Comunicação da Anvisa.

O trabalho realizado por esses profissionais não é fácil, mas possui grande importância. O cansaço mental chega, mas a sensação de dever cumprido se sobressai. “Tem sido muito cansativo estar nesse ritmo de trabalho há mais de um ano. A comunicação é estruturante para saúde pública. Não há como trabalhar com saúde pública sem ter que ter uma comunicação forte e atuante. A gente precisa acreditar no que está fazendo. E eu acredito na instituição em que trabalho, no serviço público, e acredito no SUS”, declara Elisa Andries.

Texto: Sara Pereira

O Programa Avançado em Comunicação Pública continua ao longo dos próximos meses, com temas diversos relacionados à comunicação pública e comunicação estratégica. Veja aqui a programação completa e participe!

Um dos maiores desafios da comunicação pública é a desinformação que vem “de cima”, aponta pesquisadora

No último sábado (15), a professora e pesquisadora da Universidade de Liverpool Patrícia Rossini palestrou, como convidada, sobre o estudo elaborado por ela, em parceria com Antonis Kalogeropoulos, chamado “Informação e Desinformação sobre a Covid-19 no Brasil”. Foi durante a abertura do Programa Avançado de Comunicação Pública, curso promovido pela ABCPública (Associação Brasileira de Comunicação Pública) e pela Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial). Os participantes debateram de forma on-line sobre os desafios dos profissionais de comunicação durante a pandemia. O título do seminário foi “O que aprendemos sobre comunicação enfrentando a Covid-19”.

Patrícia Rossini apresentou relatório produzido durante o pico da primeira onda de casos de coronavírus, por meio de painel online com mais de dois mil brasileiros. O objetivo era avaliar o contexto de informação e desinformação, além do papel e desafios encontrados pela comunicação pública.

“O contexto do estudo é que a crise de Covid-19 veio acompanhado do que a OMS (Organização Mundial da Saúde) chama de infodemia: uma sobrecarga de informações vinda de todos os lados. Buscamos entender quais os fatores que explicam a crença em desinformação sobre a covid no Brasil”, disse Patrícia.

A pesquisa trata o consumo de informação por WhatsApp no Brasil como um fenômeno. Um total de 81% dos participantes considera o aplicativo a principal fonte de informação. “O uso do WhatsApp para consumo de informações no Brasil tem crescido bastante. Segundo relatórios do Instituto de Jornalismo da Reuters, em Oxford, o WhatsApp é utilizado para notícias quase tanto quanto Facebook. O mais comum são conversas em grupos, onde na maioria das vezes são enviadas notícias sem link e fontes”, explica a pesquisadora.

Mas o que significa consumir notícias pelo WhatsApp e qual o perigo desta prática? É a indagação deixada aos por Patrícia Rossini aos profissionais de comunicação. Não há resposta exata, apenas fatos a serem considerados, diz: O WhatsApp é uma ferramenta popular, de fácil acesso e rápido compartilhamento de informações, verídicas ou não; e convivemos com uma doença que todos os dias se descobre um pouco em um cenário de polarização política em níveis jamais vistos.

O estudo aponta, entre os motivos da desinformação, o uso de sites partidários e/ou alternativos; a confiança e apoio à atuação governo federal; e a participação de grupos de WhatsApp com pessoas desconhecidas como variáveis que explicam essa crença persistente na desinformação.

Para a pesquisadora, o uso intensivo de mídias sociais amplifica o problema de disseminação de notícias falsas já antes instalado no país, o que torna ainda mais difícil para autoridades de saúde, de governo e de Estado repassarem aos cidadãos informações de credibilidade. “É a descrença generalizada em instituições políticas e na mídia que abre espaço para os discursos polarizados. Você não sabe mais em quem acreditar, já que a notícia chega por vários meios,” explica.

A pesquisa quantitativa, disponível no site da Universidade de Liverpool, não apresenta soluções para o grande problema de desinformação no Brasil durante a pandemia da Covid-19, mas provoca questionamentos aos profissionais, reforçados pela pesquisadora. “Um dos maiores desafios da comunicação pública é que a desinformação vem de cima, o que a torna muito mais danosa. O inimigo às vezes é o próprio governo federal. Então, como confiar em uma fonte que deveria ser oficial?”, indaga Patrícia Rossini.

O relatório de pesquisa

O estudo foi realizado durante o primeiro auge da pandemia no Brasil, em julho e agosto de 2020 em duas etapas (2.010 na primeira e 1.378 pessoas na segunda), utilizando painéis on-line pelo Ibope Inteligência. A pesquisa faz parte do projeto “Está no WhatsApp, então deve ser verdade: Mídias Sociais e acesso a notícias como caminhos para explicar desinformação e comportamentos sobre Covid-19”, financiado pela Universidade de Liverpool.

Patrícia Rossini e Antonis Kalogeropoulos, ambos da Universidade de Liverpool, destacam que um terço dos respondentes diz evitar notícias sempre ou quase sempre. As pessoas mais propensas a evitar notícias se auto identificam como politicamente alinhadas à direita do espectro político. O principal motivo citado é a percepção de que o noticiário sobre o assunto é “muito repetitivo e provoca mau humor”. Os cientistas são as fontes de informação consideradas mais confiáveis. A confiança nas fontes oficiais varia conforme o posicionamento político dos respondentes. Os que se identificam mais à direita estão mais propensos a confiar no governo federal. Nas conclusões, dizem que, quando se trata de fontes confiáveis de informação sobre a pandemia, a maioria dos brasileiros confia muito nos cientistas e na Organização Mundial da Saúde, mas a confiança diminui substancialmente quando se trata de autoridades nacionais e locais.

Também no relatório, os autores informam que a maioria dos brasileiros reportou ter visto informações falsas ou enganosas com frequência no WhatsApp e Facebook. Apenas um terço dos respondentes soube identificar informações falsas sobre a pandemia. As pessoas mais propensas a acreditar em desinformação sobre a pandemia tendem a se alinhar à direita no espectro político ideológico. Os autores dizem que a polarização da resposta institucional de diferentes atores políticos pode ter influenciado a confiança dos brasileiros nas informações, mas também “criaram mais desafios para os cidadãos navegarem por informações verdadeiras e falsas sobre a pandemia”. Similar ao que ocorreu no Reino Unidos, eles dizem que informações confusas vindas de autoridades e da mídia, torna mais difícil “distinguir em que e em quem confiar”. Para eles, “uma resposta eficaz depende principalmente da capacidade de divulgar informações precisas e confiáveis sobre medidas preventivas e restrições ao público”.

Texto: Sara Pereira

Curso avançado ABCPública-Aberje está confirmado e começa dia 15

Está confirmado: começam neste sábado, 15 de maio, as aulas da segunda turma do Programa Avançado de Comunicação Pública, uma parceria da ABCPública com a Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial).

O curso será totalmente virtual e as aulas serão ao vivo, com instrutores com vasta experiência no mercado profissional, a grande maioria na área pública. 

Ainda dá tempo de fazer sua inscrição, tanto para o curso completo como para os módulos avulsos. Veja aqui o conteúdo programático, valores e ficha de inscrição.

Aula de abertura 

A aula deste sábado, dia 15, focará nos desafios da pandemia. Veja a programação:


Palestra:  Informação e Desinformação sobre Covid-19 no Brasil

Patrícia Rossini, professora na University of Liverpool, vai apresentar e discutir um estudo sobre como os brasileiros se informaram e se comportam sobre a pandemia da Covid-19. Mediação de Paulo Nassar (USP), diretor-presidente da Aberje. 

Painel: O que aprendemos sobre comunicação enfrentando a Covid-19

Profissionais que atuam na linha de frente da comunicação em instituições de diferentes estados e perfis vão contar suas experiências e o que aprenderam sobre comunicação durante o período da pandemia. Os painelistas confirmados são Isabel Raupp, chefe da Assessoria de Comunicação da Anvisa; Elisa Andries, coordenadora da Comunicação Social da Fiocruz; Emily Gonçalves, coordenadora de Comunicação da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo; e Ricardo Azeredo, coordenador da Assessoria de Imprensa da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre. A mediação vai ser de Jorge Duarte (Embrapa), diretor de Relações Acadêmicas da ABCPública e curador do curso.

Inscreva-se aqui.

Associados participam de Workshop sobre LGPD

A aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) nas atividades de comunicação é um assunto que suscita muitas dúvidas e inseguranças. Para ajudar os comunicadores públicos a saná-las, a ABCPública promoveu nesta sexta-feira (7) um workshop gratuito exclusivo para associados com o especialista em proteção de dados Rafhael Camargo.

Com leveza e interação, o curso passou por conceitos básicos, bases legais e princípios da lei. Os participantes também puderam esclarecer dúvidas gerais e específicas de alguns ramos de atuação.

A ABCPública agradece ao escritório Camargo & Vieira pela parceria e convida comunicadores públicos de todo o país para se juntar à associação e não perder os próximos workshops. Saiba aqui como se associar.

Sobre a LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), Lei 13.709/2018, é a legislação brasileira que regula as atividades de tratamento de dados pessoais. Ela impacta diretamente em diversas atividades comunicacionais, como manutenção de mailings, e-mail marketing, assessoria de imprensa e uso de imagem.

A LGPD já está em vigor e multas poderão ser aplicadas a partir de agosto de 2021. O assunto foi tema de um dos episódios do podcast Guia de Sobrevivência.

TST oferece prêmio para jornalistas

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) abriu inscrições para o 2º Prêmio Justiça do Trabalho de Jornalismo. O primeiro colocado de cada uma das cinco categorias – jornalismo impresso, radiojornalismo, telejornalismo, webjornalismo e mídias digitais – receberá R$10 mil.

O diretor de Relações Acadêmicas da ABCPública, Jorge Duarte, integra da comissão julgadora do concurso.

Saiba mais no site do TST.

Começa dia 15 o Programa Avançado em Comunicação Pública: conheça os palestrantes da abertura

O curso de atualização em comunicação pública mais completo do Brasil, realizado em parceria pela ABCPública e Aberje, começa dia 15 de maio com uma aula de abertura focada nos desafios que a pandemia trouxe. Confira a programação:

Palestra: Informação e Desinformação sobre Covid-19 no Brasil.
Patrícia Rossini, professora na University of Liverpool, vai apresentar e discutir um estudo sobre como os brasileiros se informaram e se comportam sobre a pandemia da Covid-19. Patrícia vai abordar o nível de confiança nas instituições e a predominância de crenças em notícias falsas sobre a pandemia. Mediação de Paulo Nassar (USP), diretor-presidente da Aberje.

Painel: O que aprendemos sobre comunicação enfrentando a Covid-19
Profissionais que atuam na linha de frente da comunicação em instituições de diferentes estados e perfis vão contar suas experiências e o que aprenderam sobre comunicação durante o período da pandemia. Os painelistas confirmados são Isabel Raupp, chefe da Assessoria de Comunicação da Anvisa; Elisa Andries, coordenadora da Comunicação Social da Fiocruz; Emily Gonçalves, coordenadora de Comunicação da Secretaria de Estado da Saúde de SP; e Ricardo Azeredo, coordenador da Assessoria de Imprensa da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre. A mediação vai ser de Jorge Duarte (Embrapa), diretor de Relações Acadêmicas da ABCPública e curador do curso.

Se você ainda não se inscreveu, clique aqui para garantir uma vaga. O curso tem 60 horas-aula, on-line e ao vivo.

Com foco no direito do cidadão à informação, à participação e no dever do Estado de prestar contas de suas ações, foi criada a Associação Brasileira de Comunicação Pública - ABCPública.

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