ABCPública se reúne em Recife para discutir comunicação pública

Encontro será dia 10/12 e terá como convidado o professor Flávio Brayner.

A seção da ABCPública em Pernambuco realiza nesta terça-feira (10/12) uma roda de conversa sobre “A comunicação no ambiente Republicano”, que terá como convidado o professor da UFPE Flávio Brayner.

Flávio Brayner é mestre em História, doutor e pós doutor em Filosofia pela Sorbonne. Professor Catedrático de Filosofia da Educação da UFPE. Professor da pós graduação em educação da UFPE. Ex mestre de Conferência da Universidade de Montpellier (França)e já foi secretário adjunto de Educação do Recife.

O encontro será dia 10/12, às 17h30, no Mon Cher Café.

Comunicadores públicos debatem lei de proteção de dados

Evento foi promovido pela seção da ABCPública em Goiás e pelo
Instituto Leopoldo de Bulhões (ILB)

A nova lei se configura como um desafio a ser enfrentado com segurança, preservando os dados pessoais, sem, contudo, deixar de lado a transparência e a publicidade dos atos públicos. Assim o presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Celmar Rech, se manifestou na abertura de encontro sobre Lei Geral de Proteção de Dados (LPGD) aplicada à Comunicação Pública, promovido hoje (9/dez) pela Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública) e pelo Instituto Leopoldo de Bulhões (ILB).

A LPGD (Lei nº 13.709) foi sancionada em agosto do ano passado, com previsão de entrar em vigor em agosto de 2020 ou, se aprovado Projeto de Lei n° 5762/2019 em tramitação no Congresso Nacional, em agosto de 2022. Ela regula as atividades de tratamento de dados pessoais, afetando a forma com que as empresas e organizações públicas e privadas captam, armazenam e utilizam dados das quais são detentoras, tanto no meio online quanto offline.

Para a coordenadora da seccional goiana da ABCPública, Alessandra Lessa, a realização do evento no TCE-GO é emblemática, por se tratar de um dos órgãos responsáveis pela guarda de informações de todo o poder público. Ela também exaltou a diversidade dos participantes do encontro, no que se refere às áreas de atuação, uma vez que estavam presentes servidores dos setores de comunicação, ouvidoria, tecnologia da informação e administração de diversos órgãos públicos goianos.

Falando em nome do Tribunal, o secretário geral Marcelo Augusto Xavier demonstrou sua preocupação com a aplicação da nova lei no âmbito dos órgãos de controle, diante da grande quantidade de informação sob sua responsabilidade. Por outro lado, defendeu o intercâmbio de bancos de dados entre os órgãos de controle, fator essencial para suas atividades em tempos de cruzamento de dados.

O primeiro convidado a falar, por meio de videoconferência, foi o secretário de Gestão de Informações para o Controle Externo do TCU, Wesley Vaz. Para ele, a transparência continua sendo a regra, e a LGPD não pode ser encarada como uma ameaça, mas reconhece que ela traz às empresas e aos órgãos públicos uma maior responsabilidade. No caso dos tribunais de contas, o risco é ainda maior: “Esses órgãos usam como principal insumo de suas atividades a informação e por isso precisam ter acesso aos dados, processá-los e, na maioria das vezes, torná-los públicos”, disse.

Também participou o jornalista e advogado Marcos Urupá, que acompanhou vários projetos de lei envolvendo temas da comunicação, direitos digitais e proteção de dados. Ele abordou alguns conceitos básicos, explicando que a aplicabilidade da LGPD “no mundo real” ainda vai depender de como será organizada a autoridade responsável pela normatização e controle da nova lei. “Em tese, o poder público será passível de sanções, caso haja o uso indevido dos dados pessoais, em especial no que se refere aos dados sensíveis, que são aqueles que dizem respeito à origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico.

No final do encontro, a ABCPública definiu a próxima reunião, que deve ocorrer em 7 de fevereiro de 2020, na sede da Caixa de Assistência dos Advogados de Goiás (Casag), com o tema Direito à Comunicação.

Com informações do TCE/GO.

Seção da ABCPública no RJ traça planos para 2020

No último encontro dos comunicadores este ano, foi realizado um estudo de caso da Ascom-UFRJ

A seção RJ da ABCPública teve sua última reunião de 2019 na manhã de 3 de novembro, quando o grupo abordou três temas: seus planos para 2020, o balanço das metas anteriores e o estudo de caso da Assessoria de Comunicação da UFRJ. A reunião ocorreu em sala da sede do Ministério Público Federal (MPF-2a Região) e contou com colegas da diretoria da Associação, das Assessorias do MPF, UFRJ e Embrapa e da consultoria 2131 Conteúdo.

Os planos para 2020 incluem a colaboração em iniciativas nacionais, como a Carta de Conjuntura de 2019, e a realização de ações locais, como as reuniões com convidados externos e a viabilização de acesso online às reuniões. Duas das metas para 2019 foram cumpridas: a aproximação da seção com a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) e o intercâmbio com as Ascoms da Assembleia Legislativa (Alerj) e Câmara Municipal do Rio (v. planos e metas na ata da reunião).

Ascom-UFRJ – O assessor de comunicação Victor França, um dos coordenadores da seção da ABCPública no RJ, fez uma apresentação sobre a divulgação de pesquisas e estudos pela UFRJ e sobre a estrutura da universidade e sua Ascom.

ABCPública e ILB promovem discussão sobre Lei Geral de Proteção de Dados

As inscrições podem ser feitas, por e-mail, até dia 5/12

A Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública) e o Instituto Leopoldo de Bulhões (ILB) realizam reunião para discutir os impactos da Lei Geral de Proteção de Dados na Comunicação Pública.

Estão sendo convidados profissionais de diversas áreas que atuam na gestão, produção e disseminação de conteúdos e em atividades que viabilizam o controle e a participação da sociedade na administração pública.

O evento será realizado dia 9 de dezembro de 2019, das 13h30 às 17h30, na sala de conferências Conselheiro Anísio de Sousa do Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO).

Na programação estão as participações, por videoconferência, do Secretário de Gestão de Informações para o Controle Externo do TCU, Wesley Vaz, que ocupou as funções de diretor de Fiscalização de Governança de TI do TCU e coordenador do Laboratório de Tecnologia contra a Lavagem de Dinheiro do Ministério da Justiça, e do jornalista e advogado Marcos Urupá, que acompanhou vários Projetos de Lei envolvendo temas da comunicação, direitos digitais e proteção de dados no Congresso Nacional pelo Coletivo Intervozes.

As inscrições devem ser realizadas até o dia 5 de dezembro, por meio de envio de mensagem para abcpublica.org@gmail.com.

Os perigos da indiferença à verdade

Artigo de Armando Medeiros de Farias, vice-presidente da ABCPública

Apelos emocionais e que mobilizam crenças pessoais são mais eficazes para conquistar a opinião pública do que fatos objetivos. Este é o significado de post-truth (pós-verdade), a palavra emblemática do ano de 2016, de acordo com o Oxford Dictionaries.

Mas o que é realmente novo nesta definição?

O enfoque sobre as pessoas assimilarem conteúdos a partir de um processo de memorização e percepção seletivas, de acordo com seu repertório de convicções, está presente nas teorias de comunicação que buscaram, no século passado, desvendar os caminhos da persuasão.

A psicanálise demonstrou o poder dos aspectos subjetivos e inconscientes nas ações dos indivíduos. Mal entendidos também são frequentes na trajetória científica de teorias políticas, econômicas, sociais e seu confronto com a realidade social repleta de releituras e reinterpretações das certezas produzidas pelo conhecimento objetivo.

Na política brasileira, há uma antológica frase, cuja autoria é atribuída a várias raposas mineiras (Antônio Carlos de Andrade, José Maria Alkmin, Gustavo Capanema, Tancredo Neves) que diz: “em política, o que importa é a versão, não o fato”.

Embora não seja exatamente uma nova descoberta o conceito de pós-verdade foi revigorado a partir da explosão de informações geradas ou reproduzidas na web. O fenômeno produz sinais de alerta inquietantes. Nas mídias sociais, a ausência de uma instância para estabelece filtros, separar o joio do trigo e colocar em perspectiva visões distintas, cria um quadro propício para não acreditar em nada do que o outro diz, e se agarrar em sua própria convicção.

As novas tecnologias conectam núcleos familiares, amigos, grupos de discussões. Neste território – em que Facebook e Whatsapp são os principais vetores – descobrimos crenças, pensamentos e valores que referenciam pessoas e comunidades, sejam próximas ou distantes, inclusive parentes longínquos. Estabelecemos cumplicidade e memes esbanjam humor e irreverência. Mas surpresas e decepções se materializam também neste espaço. Discussões acirradas e ácidas são corriqueiras. Laços são desfeitos. Só mesmo os espíritos pacientes e imbuídos de avançado grau de tolerância conseguem se deliciar. O irreversível contextoda pós-verdade atropelaum espaço que poderia favorecer aconvivência e o diálogo.

Na era da pós-verdade, pródiga de acontecimentos marcantes como a saída da Grã-Bretanha da União Europeia e a disputada campanha eleitoral norte-americana, fica claro que guerrilheiros da “verdade” e guerrilheiros da “mentira” – ambos alternando posições – prosperam em contextos altamente inflamáveis e radicalizados. A disputa entre aqueles que gritaram “é golpe” e aqueles que gritaram “é constitucional”, no Brasil, durante a queda de Dilma Rousseff, cristalizam a ideia de um mundo movido a paixões e crenças. Onde a verdade não é mais necessária.

O fenômeno remete à pergunta de como o jornalismo, ou a imprensa, convive com novos tempos, extremamente polarizados, além de caracterizados por audiências fragmentadas e dispersas. 

O cenário brasileiro pré-impeachment da presidente Dilma Rousseff e a trajetória de Trump rumo ao cargo de presidente dos Estados Unidos – revela realidades distintas nas quais o novelo controvertido da pós-verdade envolveu fontes oficiais e a imprensa.

No Brasil, durante o processo de impeachment (fenômeno claramente recheado de verdades alternativas), as promessas de um futuro radiante, sobretudo na economia, alardeados pelos anti-dilmistas, foram endossadas com baixo grau de questionamento por significativa parte da mídia brasileira. A então presidente pouco investiu nesta disputa de narrativas e suas reações mais contundentes no campo da comunicação ocorreram somente no mês de março de 2016, três meses após o acolhimento do pedido de impeachment na Câmara dos Deputados.

Se a então presidente brasileira jamais colocou o dedo em riste em direção à imprensa, postura oposta tem sido adotada pelo atual presidente norte-americano. Fenômeno que se repete hoje, aqui, com o novo inquilino do Palácio da Alvorada.

Nos EUA, para sustentar sua narrativa, o candidato e hoje titular da Casa Branca disparou duras críticas sobre o comportamento da imprensa. Trump, conhecido por disseminar crenças e abordagens extremistas, utiliza amplamente as redes sociais, um ambiente onde a checagem tem critérios frouxos. E é exatamente nas redes sociais que o presidente e seu núcleo duro ecoam, aos quatro cantos, o que ele próprio dissemina como sua “verdade”: “a imprensa é mentirosa”. As tensões chegaram ao ponto de o próprio Trump declarar os jornalistas como as espécies mais desonestas do planeta.

Em ambos os casos, a disputa crucial é quem tem poder para é estabelecer a “verdade” numa era de (pós) verdade. É uma realidade na qual os emissores de notícias – na concepção de apurar, checar, ouvir diferentes vozes – não são mais facilmente identificáveis.

Os novos capítulos na equação comunicativa Estado, Imprensa e Cidadãos talvez sejam caracterizados pela apropriação do burburinho digital das redes sociais e de escancaradas lutas em torno da “verdade” (brigas com a imprensa).

Para o jornalismo a pós-verdade significa ameaça e oportunidade.

Em um primeiro momento, o jornalismo sai enfraquecido neste cenário no qual “todo mundo” é produtor de conteúdo e cujo imperativo é compartilhar nas redes sociais imediatamente. Ler a íntegra de um post raramente é a prática. Verificar a credibilidade da fonte, questionar o teor ou levantar dúvidas, são comportamentos ignorados. O importante é dar um clique e transmitir manchetes que, via de regra, apontam culpados, criam bodes expiatórios e oferecem soluções rasas para temas complexos.

Mas em um segundo momento, com tantas informações desencontradas, espera-se o triunfo da apuração rigorosa sobre as inconsistências do relato. O exercício trivial de checar a veracidade da informação – na concepção do jornalismo como um bem social e serviço ao público – poderá restaurar o papel do jornalismo como fonte confiável de informação, mesmo que num modelo adaptado aos novos tempos, em que a multiplicação e emissão dos fatos estejam sob a égide das novas redes. O desafio determinante é a capacidade do jornalismo de enfraquecer os construtores interessados em meia-verdades, ou falsidades inteiras.

Para o jornalismo retomar seu referencial de verdade circunstancial é necessário investimento, inovação, equipes estruturadas. O quadro atual é de uma indústria em crise financeira e de identidade, cuja redução de custos se faz à custa de demissões que fragilizam as esperanças do surgimento de combatentes da pós-verdade. Ao contrário, o que assistimos hoje, inclusive no noticiário televisivo, é um jornalismo debilitado que acaba por jogar mais gasolina no território incendiado das paixões e crenças.

Seja como for, o momento de separar o joio do trigo abre a oportunidade de desmontar ardis de spin doctores, ou de interesses políticos e ideológicos, dispersos no anonimato das redes. Existem atores ávidos para estimular crenças radicais, cultivar preconceitos e posições extremas que são abraçadas com fervor, principalmente nas redes onde os haters, trollers, portais fakes ou páginas especializadas em boatosseproliferam. Sem falar que muitos ainda gozam do anonimato nas profundezas e subterrâneos da web.

Nas conjunturas polarizadas, quando a maioria da sociedade fica à mercê de agentes cuja habilidade é criar cortinas de fumaça e manipular informações, vale pensar em mecanismos de proteção social. É necessário avançar em regulações que possam punir os inventores de mentiras e meias-verdades.

Saudável, portanto, a iniciativa do Conselho de Comunicação Social, registrada no portal de notícias do Senado Federal (07/10/2019), de recomendar que “o Parlamento e a sociedade devem discutir a responsabilização judicial de plataformas digitais como Facebook e Whatsapp, entre outras. Segundo os conselheiros, as empresas recebem enormes receitas publicitárias, mas não são submetidas às mesmas obrigações das mídias tradicionais, responsáveis pelo conteúdo que ofertam”.

Apresentar convicções com base em desinformações pode ser compreensível, mas oferece riscos. Quando ninguém acredita mais que exista uma verdade, ou algo aproximado, quando o que vale é simplesmente acreditar na sua própria razão, parece que a verdade está sendo abolida ou expulsa da convivência social.

As consequências sociais deste contexto são inquietantes. Na política, o enfraquecimento da noção e do valor da verdade é um perigo para a sociedade. O roteiro previsível aponta o acirramento da intolerância e o estímulo ao totalitarismo.

A pós-verdade pode custar caro.

*  Armando Medeiros de Faria, vice-presidente da Associação Brasileira de Comunicação Pública, mestrado em Ciências da Comunicação pela USP-Escola de Comunicações e Artes, e especialista em ciências políticas pela UFMG-Fafich.

Obs. artigo publicado originalmente na revista “Uno” (2017, número 27)  editada pela divisão de Desenvolvendo Ideias da LLorente & Cuenca.

Bibliografia:

ALMEIDA, Rodrigo de. À sombra do poder: bastidores da crise que derrubou Dilma Rousseff. São Paulo: Leya, 2016

GIANNETTI, Eduardo. O Mercado das Crenças. São Paulo, Cia. das Letras, 2003.

MARCONDES. Ciro. Sociedade Tecnológica. São Paulo, Scipione. 1994.

Afiliada da Cultura corta programas infantis, estreia jornal policial e é alvo de protestos

Entidades e parte do público protestaram contra a nova atração, cujo apelo de audiência não combina com os propósitos de uma televisão pública

A TBC, afiliada da TV Cultura em Goiás, cortou abruptamente a programação infantojuvenil da cabeça-de-rede para veicular um jornalístico local de conteúdo policial. Desde segunda (14), o canal exibe o programa Goiás Contra o Crime nos fins de tarde, horário ocupado nacionalmente pelo desenho O Clube das Winx e pela série nacional Valentins.

Entidades não-governamentais e parte do público protestaram contra a nova atração, cujo apelo de audiência não combina com os propósitos de uma televisão pública. A TBC é mantida pelo governo do Estado de Goiás.

Leia a matéria completa publicada pelo site UOL:
https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/afiliada-da-tv-cultura-diminui-espaco-de-programas-infantis-estreia-jornal-policial-e-e-alvo-de-protestos-30152

Nota de defesa dos princípios da comunicação pública na TV Brasil Central, em GO

Divulgação do programa, previsto para ser lançado dia 14 de outubro, traz indícios de espetacularização e sensacionalismo

A Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública), por meio de suas diretorias nacional e seccional goiana, dirige-se à Secretaria de Comunicação do Estado de Goiás e à Agência Brasil Central para expressar sua apreensão quanto ao programa “Goiás Contra o Crime”, cujo início de exibição foi anunciado para 14 de outubro de 2019.

Um dos motivos para tal apreensão é que a peça publicitária do programa já traz indícios claros de espetacularização e sensacionalismo, fórmula conhecida e fartamente utilizada por canais comerciais para alavancar a audiência em detrimento de direitos humanos básicos, como presunção de inocência, direito ao contraditório e à privacidade.

Por isso, consideramos por bem ressaltar os seguintes princípios da comunicação pública como norteadores de qualquer produção feita com recursos públicos:

  1. A comunicação gerida pelos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário deve seguir os princípios previstos na Constituição Federal, zelando especialmente pela “qualidade da programação visando ao respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família” (Art. 221, IV, CF).
  2. Segundo Declaração da Unesco (1978) do qual o Brasil é signatário, os meios de comunicação têm  “uma participação essencial na educação dos jovens dentro do espírito da paz, da justiça, da liberdade, do respeito mútuo e da compreensão, a fim de promover os direitos humanos, a igualdade de direitos entre todos os seres humanos e as nações, e o progresso econômico e social[i].
  3. O Código de Ética dos Jornalistas impõe o respeito ao “direito à intimidade, à privacidade, à honra e à imagem do cidadão” (Art. 6º, VIII).

A ABCPública intercede, desse modo, para que se garanta o diálogo e o debate público sobre o referido programa, solicitando a abertura de processo de consulta a especialistas em Comunicação Pública e Jornalismo sobre sua produção e exibição pela TBC.

Tal ação se alinha ao esforço do Governo de Goiás em submeter a área de Comunicação do Estado ao seu programa de compliance, definido como  “conjunto de procedimentos e estruturas destinados a assegurar a conformidade dos atos de gestão com padrões morais e legais, bem como garantir o alcance dos resultados das políticas públicas e a satisfação dos cidadãos, fomentando a ética, a transparência, a responsabilização e a gestão de riscos” (Art. 2º, I, decreto nº 9.406/ 2019)

Diretoria da ABCPública
Coordenação da ABCPública em Goiás

______________
[1] Art. 4º, Declaração sobre os Princípios Fundamentais relativos à Contribuição dos Meios de Comunicação de Massa para o Fortalecimento da Paz e da Compreensão Internacional, para a promoção dos Direitos Humanos e a Luta contra o Racismo, o Apartheid e o Incitamento à Guerra

ABCPública promove bate-papo sobre impulsionamento nas redes sociais

Profissionais de órgãos públicos e de agência que presta serviço para o setor público foram convidados para a conversa com associados no DF

A seção do DF da ABCPública organizou um bate-papo para discutir o impulsionamento nas redes sociais por órgãos público.

Para compartilhar experiências foram convidados profissionais de comunicação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ana Cristina Rosa e Neri Accioly; Jorge Paulo, da Câmara dos Deputados e Érica Abe, da FSB Comunicação.

Veja um resumo do que foi esse bate papo no vídeo publicado no nosso canal no YouTube e no Facebook.

Heloiza Helena Matos e Nobre é a nova sócia-honorária da ABCPública

Doutora em Ciências da Comunicação e pesquisadora, Heloiza passa a integrar a Associação Brasileira de Comunicação Pública

A Heloiza Helena Matos e Nobre é a mais nova convidada a integrar a ABCPública como sócia-honorária. Mestre e Doutora em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), ela realizou estágio pós-doutoral junto ao GRESEC (Groupe de Recherche sur les Enjeux de la Communication), Université Stendhal, Grenoble III, em 1995 e 2007.

Em 1995, sua pesquisa abordou temas relacionados ao processo eleitoral na França. Em 2007, desenvolveu pesquisa sobre Capital Social, Comunicação e Tecnologia, que deu origem ao livro “Capital Social e Comunicação: interfaces e articulações”.

Até 2002 foi docente e pesquisadora na ECA-USP atuando nas áreas de Comunicação Política e Opinião Pública, e até junho de 2010 foi docente do quadro permanente do Programa de Pós-Graduação da Faculdade Cásper Líbero, na linha de pesquisa Processos Midiáticos, Tecnologia e Mercado. Nesta mesma instituição liderou o grupo de pesquisa do CNPq, Capital Social, Tecnologia e Processos Políticos.

A partir de 2010 retorna à ECA-USP, onde integra o Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação (PPGCOM-USP) como docente permanente e pesquisadora sênior. Coordena o grupo de pesquisa Comunicação Pública e Comunicação Política vinculado à Comissão de Pesquisa e sediado no Departamento de Relações Públicas, Propaganda e Turismo (CRP).

Maria José da Costa Oliveira é a nova sócia-honorária da ABCPública

Autora de diversos livros, ela é uma das pioneiras na literatura sobre Comunicação Pública

A ABCPública recebe a pós-doutora em Comunicação pela Universidade de São Paulo Maria José da Costa Oliveira como sócia-honorária, se juntando a outros nomes: Alberto Dines (in memoriam), Antonio Barros, Bob Vieira da Costa, Eduardo Ribeiro e Maria Helena Weber.

Maria José da Costa Oliveira deu continuidade à saga de outros pioneiros da comunicação pública quando, em 2004, lançou o livro Comunicação Pública. O foco, nesta obra clássica, foi refletir sobre o papel da Comunicação no espaço público democratizado, com uma abordagem aberta para envolver todos os setores da sociedade – e não só as instâncias estatais – em torno do interesse público.

Currículo
Com mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade São Paulo (1994) e doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (2001), Maria José é Pós-Doutora pelo CRP/ECA/USP.

Foi professora titular, em tempo integral na DeVry/Metrocamp/IBTA e coordenadora dos cursos de Comunicação Social (Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Audiovisual e Design Gráfico), contando com 15 anos na instituição. Tem experiência profissional-acadêmica em comunicação pública, relações públicas, cidadania, comunicação e meio ambiente.

Atua como docente no Ensino Superior desde 1985. Organizou o livro “Comunicação Pública”, pela Editora Alínea, em 2004. Publicou em 2015 o livro “Novas Relações Públicas: Comunicação entre o setor privado e público”, pela Editora GlobalSouth Press, que também conta com a versão em inglês e e-book. Co-autora do livro “Vida Sustentável e Comunicação, o diálogo necessário entre Estado, mercado e sociedade”, pela editora Appris, em 2018. Participa do COMPOL – Grupo de Pesquisa em Comunicação Pública e Política – ECA/USP, sob coordenação da profa. Dra. Heloiza Matos. Foi presidente da ABRAPCORP (Associação Brasileira de Pesquisadores em Comunicação Organizacional e Relações Públicas) entre 2016 a 2018.

Comunicadores debatem implantação da regional em MG

Representantes de seis órgãos públicos na primeira reunião da ABCPública em Minas Gerais

O primeiro encontro de comunicadores realizado pela ABCPública, realizado na sede do Ministério Público do Trabalho, em Belo Horizonte, reuniu representantes de instituições dos três poderes. Na pauta, a implantação da regional da Associação Brasileira de Comunicação Pública em Minas Gerais.

À mesa, representantes as assessorias, coordenadorias e núcleos de comunicação de entidades públicas ligadas ao Executivo, Legislativo e Judiciário: Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Ministério Público do Estado de Minas Gerais, Ministério Público do Trabalho, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e Fundação Ezequiel Dias (Funed).

O encontro, realizado no dia 22 de julho, entre 16 e 18 horas, buscou apresentar aos presentes a ABCPública, suas diretrizes, princípios e campos de atuação. Os participantes se apresentaram e expuseram suas expectativas em relação à regional, às possibilidades de atuações conjuntas e também um conjunto de dúvidas e indagações.

Entre as questões pontuadas, destacou-se a necessidade de estabelecer diálogo entre os participantes do grupo para a construção de consenso em torno do conceito de comunicação pública, tendo como norte as perspectivas política e instrumental que o conceito abarca. Outra perspectiva abordada foi a possibilidade de ampliar nas instituições o conhecimento sobre o conceito de comunicação pública, possibilidades de
aplicação prática e a importância de seu funcionamento nos diversos níveis hierárquicos de cada órgão.

Os participantes fizeram relatos de práticas, expuseram preocupações em relação à prática da comunicação em um cenário de restrição de recursos nas entidades públicas e destacaram dificuldades para a prática da comunicação pública, entre elas a manutenção de projetos e ações em instituições que frequentemente mudam a gestão. Para os presentes, como dar perenidade para a prática da comunicação a partir de premissas sólidas em um cenário de intensas mudanças.

Frentes de trabalho –  O grupo apontou algumas frentes de trabalho que devem e podem ser realizadas de forma cooperativa, principalmente a partir da troca de experiências.

Uma das questões é em relação às Políticas de Comunicação. É consenso entre os integrantes que as ações de comunicação não podem ser pontuais, ou seja, há a necessidade de uma ordenação para a prática das coordenadorias, assessorias e núcleos de comunicação. Mas questionou-se a pertinência de investimentos, que têm sido expressivos, na contratação de consultores externos para a elaboração de documentos que acabam em repouso em gavetas e armários.

Outra frente de atuação será a busca de aprofundamento no campo teórico, tanto por meio de mapeamento de trabalhos acadêmicos sobre o tema Comunicação Pública, como da aproximação com profissionais pesquisadores, por meio de palestras e debates.

Também esteve em debate a necessidade da discussão em torno de conceitos para branding, reputação, imagem e suas aplicações práticas; pensar formas de ampliar a escuta sobre o que os diversos interlocutores esperam da comunicação profissional dentro dos órgãos públicos; promoção e ampliação das noções sobre o conceito de comunicação inclusiva e conhecimento de ações possíveis, como audiodescrição e audionarração.

Ainda foi debatida a importância de a comunicação pública pensar ações que possam contribuir para o delineamento ou dar mais visibilidade ao rol de informações públicas sob a guarda dos respectivos órgãos. Passando por definição de pautas com foco no interesse público e tentando estabelecer uma via de mão dupla na escolha das pautas e na construção textual: interesse público x visibilidade do órgão.

Participaram deste primeiro encontro: Alexandre Vilaça e Luana de Oliveira Assis, da ALMG; Fernanda Magalhães, Márcia Cristina Salazar e Tércia Ornelas, do Ministério Público do Estado de MG; Lilia Gomes Ferreira, do Ministério Público do Trabalho; Marcílio Lana (Centro de Comunicação) e Marcos Vinícius dos Santos (ICB), da UFMG; Rogério Tavares, Renata Raphaele e Priscila Ladeira Robini, do TRE; e Priscila
Fujiwara, da Funed.

Últimos dias de inscrição para curso sobre Comunicação Pública

O curso é composto de 10 módulos mensais; o primeiro será dia 03 de agosto, em São Paulo

Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) e ABCPública (Associação Brasileira de Comunicação Pública) estão atuando juntas no objetivo de valorizar e construir práticas de comunicação que atendam as necessidades de informação e interação da sociedade com o Estado e do Estado com a sociedade. Um dos primeiros resultados da parceria é este programa de longa duração (80 horas) com 10 aulas sobre comunicação na área pública, voltado para profissionais da área.

Para isso, Aberje e ABCPública reuniram uma equipe de pesquisadores e de profissionais com diferentes trajetórias e formações, com larga experiência na interação entre Estado, mercado e sociedade. Eles vão discutir casos e apresentar visões e práticas a partir do novo ecossistema informativo em busca de uma comunicação estratégica, protagonista, atualizada e eficiente, voltada para um cidadão cada vez mais ativo e exigente.

O curso terá aulas, seminários, debates e produção de conteúdo para acesso público sobre experiências e conhecimento de professores e alunos e será realizado na sede da Aberje, em São Paulo.

Programação 2019:

  1. Comunicação Pública: novos olhares, novas práticas – 3 de agosto de 2019 (sábado), das 9h às 18h (8 horas)
  2. Estratégia e Planejamento em Comunicação Pública – 21 de setembro de 2019 (sábado), das 9h às 18h (8 horas)
  3. Comunicação Pública e relações com as mídias: muito além de assessoria de imprensa – 05 de outubro de 2019 (sábado), das 9h às 18h (8 horas)
  4. Gestão de riscos e crises em comunicação: uma agenda permanente – 09 de novembro de 2019 (sábado), das 9h às 18h (8 horas)
  5. Comunicação Pública Digital: gestão, estratégias e operacionalização – 7 de dezembro de 2019 (sábado), das 9h às 18h
  6. Mensuração da Comunicação na área pública – 18 de janeiro de 2020 (sábado), das 9h às 18h (8 horas)
  7. Gestão da Comunicação Interna: informação e diálogo com empregados da área pública – 08 de fevereiro de 2020 (sábado), das 9h às 18h (8 horas)
  8. Gestão de equipes, estruturas e processos de comunicação pública – 21 de março de 2020 (sábado), das 9h às 18h
  9. Gestão de publicidade, marketing e patrocínio – 18 de abril de 2020 (sábado), das 9h às 18h (8 horas)
  10. Seminários de Comunicação Pública – 16 de maio de 2020 (sábado), das 9h às 18h (8 horas)

Instrutores

Jorge Duarte (curador do programa)
Jornalista, relações-públicas, mestre e doutor em Comunicação. Atua na Embrapa desde 1990, onde é Gerente de Comunicação Estratégica na Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas. Escolhido por profissionais de comunicação organizacional e jornalistas em 2015, 2016 e 2017, um dos cinco Executivos de Comunicação Corporativa do Centro-Oeste. Atuou em jornais e rádios e foi proprietário de agência de comunicação. Durante oito anos (2004-2012) atuou na Secom da Presidência da República, onde foi assessor especial e Diretor do Núcleo de Comunicação Pública. É autor/organizador dos livros “Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a Mídia” e “Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação”, “Ciência para comunicação, comunicação para ciência”, “No Palácio, com a Imprensa” e “Comunicação Pública: Estado, mercado, sociedade interesse público”. É diretor da Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública).

Emiliana Pomarico (curadora do programa)
Relações-públicas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e tecnóloga em Produção Audiovisual pela Universidade Paulista. É doutora e mestre pelo Programa de Pós-Graduação da ECA-USP (PPGCOM) em Ciências da Comunicação. Trabalha como Gerente Executiva da Escola Aberje de Comunicação na Associação Brasileira de Comunicação Empresarial.

Paulo Nassar (coordenador do programa)
Diretor-Presidente da Aberje – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial. Professor titular da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e pós-doutor pela Libera Università di Lingue e Comunicazione, Milão, Itália. Integra o Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (PPGCOM-ECA/USP). É Coordenador do Grupo de Estudos de Novas Narrativas (GENN ECA-USP). Autor de inúmeras obras no campo da Comunicação.

Hamilton dos Santos (coordenador do programa)
Diretor-geral da Aberje. Jornalista, graduado e pós-graduado em Filosofia pela USP, com atualização em Gestão de Negócios pela Stanford Global Business School. Atuou nas redações dos principais veículos do país antes de migrar para a área de RH da Editora Abril, onde trabalhou por 20 anos. Atualmente, é diretor geral da Aberje, membro do Conselho de Administração da Poiésis e um dos líderes do Tem Mais Gente Lendo, projeto que incentiva e estimula a leitura em espaços públicos. É também consultor editorial, autor de Lucio Cardoso – Nem Leviano Nem Grave (Editora Brasiliense), O Perigo da Hora (organizador e tradutor- Editora Scritta) e Enfim, Grávidos (Editora Best Seller).

Fábio Souza dos Santos
Secretário Especial de Comunicação do Governo Municipal de São Paulo

Andrew Greenlees
Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Tem larga experiência em Comunicação Corporativa e Public Affairs, tendo atuado na Câmara dos Deputados e na Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de S. Paulo. Foi editor de Política e correspondente da Folha de S. Paulo em Washington (EUA), além de vice-presidente da CDN Comunicação, onde coordenou planos de Relações Públicas para diversos clientes nacionais e internacionais. Foi membro do Conselho da Associação Brasileira de Agências de Comunicação. Foi duas vezes jurado na categoria Relações Públicas do Festival de Cannes. É sócio-fundador da FLAG Public Affairs.

Renato Janine Ribeiro
Ex-ministro da Educação e Professor Titular de Ética e Filosofia Política da Universidade de São Paulo e Professor Visitante da Universidade Federal de São Paulo.

Cláudia Lemos
Atua em comunicação nas organizações desde 1991. Coordenou equipes de portes variados em empresas, instituições públicas e no terceiro setor. Na Procuradoria-Geral da República foi assessora-chefe (2003-2005) e secretária de Comunicação (2013-2014); no Conselho Nacional do Ministério Público foi assessora-chefe de Comunicação (2010-2013); no Supremo Tribunal Federal, gerenciou o projeto de implantação da TV Justiça (2001-2003); na Secretaria de Comunicação da Presidência da República, foi assessora especial (2003), entre outros trabalhos. É funcionária da Câmara dos Deputados, onde atua na TV Câmara, como editora, e no Centro de Formação (Cefor), como professora e pesquisadora. Jornalista (1990), mestre (1997) e doutora (2001) em Estudos Literários pela UFMG, foi pesquisadora visitante na Northwestern University, nos Estados Unidos, como bolsista Fulbright (2004). É autora de capítulos de livros técnicos e de artigos publicados em periódicos especializados. Sócia fundadora do Fórum Nacional de Comunicação e Justiça e da Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública)

Bob Vieira da Costa
Formado em Administração Pública pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas, foi ministro da Secretaria de Comunicação Social no governo Fernando Henrique Cardoso, é sócio-fundador e presidente da Agência nova/sb, pioneira na área de Comunicação de Interesse Público, sua especialidade.

Suzel Figueiredo
Mestre em Ciências da Comunicação, pela ECA-USP e especialista em Pesquisa de Mercado, Opinião e Mídia, pela ESPM. Professora convidada no GESTCORP, da ECA-USP, no Programa de Comunicação Estratégica e Gestão de Marcas da FACOM/UFBA, e no MBA da ABERJE – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial. É conselheira na ABEP – Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa e sócia fundadora da Ideafix Pesquisas Corporativas, empresa que desenvolve pesquisas aplicadas no campo na mensuração de resultados em Comunicação, Marketing, Recursos Humanos e Sustentabilidade.

Vivian Rio Stella
Sócia-fundadora e principal consultora da VRS Cursos, Palestras e Coaching (www.vrscursos.com.br). Professora de cursos de extensão da Unicamp e de disciplinas de graduação na Uniancheta. Ministra cursos, workshops e disciplinas de MBA na Aberje, na Atingire e na Integração Escola de Negócios. Graduada e doutora em Linguística pela Unicamp. Pós-doutora pelo LAEL/PUC-SP e membro do Grupo de Estudos Linguagem, Enunciação e Trabalho. Coach certificada pela Sociedade Brasileira de Coaching e habilitada a aplicar a ferramenta Big Five.

Paulo Henrique Soares
Graduado em Comunicação Social / Publicidade e Propaganda pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC – Minas (1995); Especialização em Comunicação Organizacional pela Universidade Federal do Maranhão (2001); Especialização em Comunicação Empresarial pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2005). Mestre em Comunicação na PUC Minas (2014). Profissional com ampla experiência na área de Comunicação Empresarial já tendo atuado em todas as atividades da área: comunicação interna, externa, assessoria de imprensa, relações institucionais, eventos e relacionamento com clientes. Trabalhou durante 21 anos na área de Comunicação da Vale onde ocupou a posição de Diretor de Comunicação e Relações Externas entre março de 2014 e novembro de 2016. Membro do LiderCom da ABERJE (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) e foi diretor do Capítulo Regional Rio de Janeiro da associação. Membro do IABC (Associação Internacional de Comunicadores Empresariais). Membro do Instituto de Reputação Brasil. Possui o título de ABC (Accredited in Business Communication) conferido pelo IABC. Foi eleito profissional do ano pela Aberje em 2013 e 2015. Está na lista do “100 Comunicadores Mais Influentes do Mundo” segundo o The Holmes Report nos anos de 2015 e 2016. Em novembro de 2016 assumiu a Diretoria de Comunicação do IBRAM – Instituto Brasileiro de Mineração com o desafio de trabalhar a reputação do setor. É professor de Comunicação, palestrante e já escreveu vários artigos sobre a área.

Érica dos Santos Abe
Jornalista formada há 15 anos, com mestrado em Comunicação pela Universidade de Brasília (2018), onde também se tornou especialista em Desenvolvimento Sustentável (2008). Com ampla experiência em ambientes digitais, trabalhou com cobertura em tempo real pelo Correio Braziliense e pelo G1.com.br. Atuou na formulação e reformulação de sites institucionais na Associação Nacional de Procuradores da República e na Confederação Nacional dos Transportes, onde também coordenou equipes multimídia de produção de conteúdo para sites e redes sociais. Na FSB desde 2014, tem ampla experiência na área pública, coordenando equipe de redes sociais da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República e do Ministério dos Transportes, com resultados expressivos de ampliação de presença digital, incluindo a coordenação de produção de hotsites. Atualmente, é diretora de Estratégia Digital da Vertical Pública da FSB Comunicação em Brasília (DF) e professora de Monitoramento, Métricas e Avaliação na Especialização em Jornalismo Digital do Centro Universitário Iesb.

Armando Medeiros de Faria
Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo. Especialista em Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais e pós-graduação em Comunicação Empresarial e Governamental (Fafi-BH). Foi diretor de comunicação e marketing do Banco do Brasil, dirigente do Núcleo de Comunicação Pública da Secretaria de Comunicação da Presidência da República e coordenador de comunicação da Autoridade Pública Olímpica (APO). Lecionou na PUC-MG, Universidade de Brasília (UnB), Universidade Católica de Brasília, Iesb e Uniceb. Autor de diversos textos acadêmicos. É consultor e coordenador de projetos especiais da LS Comunicação, em São Paulo.

Inscrições: http://www.aberje.com.br/compublica/

Investimentos
Valores para o programa completo:
Associados da ABCPública ou Aberje: R$ 6.000,00 (associados Aberje e ABCPública)
Não associados: R$ 8.500,00

Também há opção de adquirir módulos:
Associados da ABCPública ou Aberje: R$ 880,00
Não associados: R$ 1.320,00

Com foco no direito do cidadão à informação, à participação e no dever do Estado de prestar contas de suas ações, foi criada a Associação Brasileira de Comunicação Pública - ABCPública.