A paralisação dos profissionais da Rádio Justiça e da TV Justiça mostra duas contradições no Poder Público: de um lado, a comunicação hoje é reconhecida como atividade estratégica, mas os quadros efetivos são reduzidos e há forte dependência de serviços terceirizados. De outro lado, a terceirização é defendida como ferramenta de otimização de gestão, mas as contratações e a administração dos contratos sofrem de fragilidades.
Em artigo para a ABCPública, aprovados em concursos para Analista Judiciário – Comunicação Social analisam os riscos desse modelo e defendem o fortalecimento de equipes permanentes. O texto não questiona a importância nem a competência dos profissionais terceirizados, fortemente atingidos pela precarização, mas destaca a necessidade de garantir uma comunicação pública estável e de qualidade entre as instituições do Estado e a sociedade. Está aberto o debate!

